O Visconde da Ribeira Brava na 1.ª República




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Sinopse:

Visconde da Ribeira Brava vive na memória coletiva como político destemido e como homem público que equacionou quase todos os problemas com uma larga visão. Era, indiscutivelmente, um personagem dramático e épico. Gostava, sem dúvida, do poder, como todos os políticos, de fazer coisas grandiosas e de suscitar acontecimentos espetaculares. ¶ O presente livro possibilita ao leitor um olhar aprofundado sobre a vida e a ação política empreendida por Francisco Correia de Herédia, sob a égide da 1.ª República. Neste estudo histórico-biográfico é possível identificar as medidas empreendidas pelo político nas corporações administrativas locais da Junta Geral do Distrito do Funchal, da Junta Agrícola da Madeira, da Junta Autónoma das Obras do Porto do Funchal e da Santa Casa da Misericórdia. Para lá da ação parlamentar, durante as legislaturas de 1911-15 e de 1915-17, constam os momentos mais carismáticos protagonizados pelo Visconde da Ribeira Brava e as homenagens a ele atribuídas em território nacional. ******************************************************* “Por várias vezes, durante o antigo regime, tentei fazer alguma coisa de bom pela Madeira; reconheci, porém, que seria impossível lutar com proveito e capitulei! Mas, logo que vi proclamada a República, entendi que era hora de fazer justiça à nossa terra.” ¶¶ [VISCONDE DA RIBEIRA BRAVA, “O problema da Madeira”, O Mundo, n.º 4.566, 25.05.1913]

Índice:

Agradecimentos

Prefácio

Introdução

Problemática

Fontes e metodologia

Parte I – Francisco Correia de Herédia: o homem, o tempo e a terra
1.1. Ascendentes e descendentes
1.2. O homem
1.3. Contexto económico, político e social
1.3.1. A 1.ª República Madeirense

Parte II – A atividade do Visconde da Ribeira Brava e as questões madeirenses
2.1. Intervenções parlamentares.
2.1.1. Legislatura de 1911-1915
2.1.2. Legislatura de 1915-1917
2.2. Funções e intervenções nas corporações administrativas insulares
2.2.1. Junta Agrícola da Madeira
2.2.1.1. O Visconde da Ribeira Brava na Junta Agrícola da Madeira
2.2.1.2. A criação de viveiros
2.2.1.3. A cultura da cana sacarina
2.2.1.4. A produção vitícola
2.2.1.5. A questão das águas
2.2.1.6. A atividade industrial
2.2.1.7. A reflorestação.
2.2.1.8. O turismo.
2.2.2. Junta Geral do Distrito do Funchal
2.2.2.1. A sede da Junta Geral – Palácio de São Lourenço.
2.2.2.2. A rede viária
2.2.2.3. As questões laborais
2.2.2.4. Os portos
2.2.2.5. A Educação
2.2.2.6. A crise de subsistências
2.2.2.7. A visita do Presidente da República
2.2.3. Junta Autónoma das Obras do Porto do Funchal (JAOPF)
2.2.3.1. A fundação da Junta Autónoma das Obras do Porto do Funchal
2.2.3.2. As obras do porto do Funchal.
2.2.3.3. A (re)ativação do Clube Naval Madeirense
2.2.4. Santa Casa da Misericórdia

Parte III – O Visconde da Ribeira Brava na imprensa da época. Uma primeira abordagem

Parte IV – Toponímia, escultura e inscrições
4.1. Ribeira Brava.
4.2. Bragança
4.3. Vidigueira

Conclusão

Fontes e Bibliografia

Apêndice Iconográfico


* * * * *


A AUTORA:

NULITA RAQUEL FREITAS DE ANDRADE é doutoranda em História na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mestre em Estudos Regionais e Locais pela Universidade da Madeira (2014) e licenciada em Português, História e Ciências Sociais (Professores do 2.º Ciclo do Ensino Básico) pela Escola Superior de Educação Almeida Garrett (2003). Presentemente é investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e Professora do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Básica e Secundária da Ponta do Sol. O seu trabalho incide sobre a História Política e Institucional de Portugal nos séculos XIX e XX.

Detalhes:

Ano: 2020
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 416
Formato: 23x16
ISBN: 9789895660117
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