Outra Maneira de Sentir




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Autoria: Fernanda Rocha
Temas: Poesia, Literatura

Sinopse:

A escrita de Fernanda Rocha é um pensamento onde se quer estar. Uma viagem a um tempo de outrora que arrasta uma vontade de ficar. ¶ Entre passado e futuro Fernanda Rocha viaja no tempo, e a cada estação faz uma paragem levando-nos a ver telas e aguarelas da natureza. ¶ A sua escrita brinca e faz malabarismos com metáforas entre a vida e a natureza. Evoca elementos e dá-lhes vida e cor, mostrando uma paisagem que por nós, simples viajantes também no tempo, em que a própria poesia se deita nos montes banhados pelo luar. ¶¶ [RUTH COLLAÇO, do Prefácio] ****************************************************** Voltarei um dia mas sem avisar / Se não nesta vida… / Numa outa melhor / Serei simples sombra que desce à tardinha / Ou a chuva de prata da mais miudinha // Voltarei um dia… quando eu morrer / Não quero ficar tão longe de ti / Jurámos promessas que são para cumprir / Esse amor jurado ainda não vivi / Um dia virei para te buscar / Cruzando os mares do mundo infinito / Nas asas do amor, serei o arauto / Desse sentimento profundo e bonito

Índice:

prefácio
a cor do teu nome
a cor dos dias
à descoberta
a felicidade é um vento
a vida é o tempo
a vida vai resultar
acordar com as palavras
amei-te… só por te amar
amei-te sem o saber
amor imperfeito
ânsias de navegar
ao ritmo da poesia
apelo de amor
apenas mulher
arauto do sonho
aventura a dois
balanço interior
beijo rubro da madrugada
cais do silêncio
canoa e varina
cantante sinfonia
cântico ou reza
carimbos da vida
carta a um amigo
com letra de fado
como pérolas caindo em tuas mãos
como se fosse canção
como uma forma de estar
concerto de emoções
contrabando do tempo
coração de mãe não envelhece
coração selvagem
corpo e palavras
da minha janela…
de luz e de mar
de mim só ficará o amor
de ti só quero amor
deitou-se ontem a idade
delicadezas
deram-te um nome
desabitei-me
desconstruí-me
desencontro de palavras
desfolhar o futuro
despedi-me de mim mesmo
despertar dos desejos
dias morenos
domar o sonho
em ti
enquanto estiveres aí
entre a luz e escuridão
entrega alucinada
escrever na água
espera por mim
estás mais distante
eterno paraíso
eu sou…
festejar um novo dia
fica comigo
ficou o sol de luto
filhos da noite
fiz uma promessa
fogo e água
foi só um sonho
foi um privilégio
folhas e violinos
foste o meu pecado
fui o começo… serei o fim
há homens que leem livros
há palavras…
hino à terra
hoje não
hoje preciso de ti
janelas do mar
jardim de paixões
jardineiro de sentidos
juramento
lágrima furtiva
lema de vida
liberdade do gesto
libertarei todas as palavras
linhas e desenho
lisboa… és minha sina
magia de estrelas
mar e poesia
marca ou pegada
matemática e poesia
melancolia
mendiga de amor
metade de mim
meu corpo, a alvorada
meu filho
morreu então o poema
mulher inteira
na ânsia de ser
na beleza pintada nos trigais
na poesia escrita
nada acontece da mesma maneira
nada permanece indefinidamente
não é um sonho
não leves o riso
não partas
não sou deus
nas cores do poente
nas margens do sentimento
nasceste no tempo certo
no fim do mundo
no infinito de ti
nos braços da poesia
nos olhos azuis do mar
nova sinfonia
num outro tempo
o amor não tem depois
o futuro acontecia
o gosto de gostar
o maior amor do mundo
o sonho nunca tem pressa
o tempo é agora
o vento não sabe ler
o “vintes”
ode a um amigo
ode à poesia – último poema
olhos marinheiros
onde me tornei mulher
onde se deita a idade
palavras com sentido
palavras de protesto
palavras demolhadas
palavras desfolhadas
palavras sem som
papagaios
para além do sonho
para lá do pensamento
partir e aprender
pertenço-te
poderia ser canto de sereia
poema a acontecer
poema com pinturas dentro
poema distraído
poema e verdade
por dentro do pensamento
preguiça
prosa ou verso
quando me perco
quando penso em ti...
que o meu nome floresça
quero esquecer os teus olhos
rasgar o tempo
realidades da vida
recusa interior
rosa de esperança
rua que era casa
saber encontrar
se eu ficar…
se os meus olhos…
seguir em frente
sem amigos… envelheço
sem compromissos
sem malícia
sem presente
sem saber quando morrer
sem voz nem razão
sementes de esperança
sentada nas escadas da vida
ser mais livre
serenidade
silêncios e saudade
só tu, mãe
sob as pestanas da noite
somente sonho
somos dois como um poema
somos imortais
somos livres
somos nós
sonhar não é pecado
sonho e dignidade
sonhos de mar
sonhos e poesia
tanto mar em mim
tempo sem “tempo”
tempos de reflexão
ternura vadia
tinta e mensagem
todos os dias me invento
tolerância
transfiguro-me
tudo por amor
um copo de gin
vencer a luta
vens-me à ideia
vestida de arco-íris
vestir a liberdade
viagem a dois
viagem de cores
viajante de ti
vida do avesso
voltarei a renascer
voltarei sem avisar
vou ficar aqui
voz da liberdade

* * * * *

AUTORA:

Maria FERNANDA de Jesus Lopes ROCHA. Natural de Lisboa. Pseudónimo Literário Fernanda Rocha. Estudou pintura e desenho com professores do A.R.C-O. Tem feito exposições um pouco por todo o País. Estando representada em colecções particulares no país e no estrangeiro. Desde 2009 fez parte do coro Molihua (Jasmim) cantando em Mandarim, língua que estudou. Com actuações em Portugal e no estrangeiro. Presentemente faz parte do Coro do Banco de Portugal. A pedido de alguns amigos fez a ilustração de algumas capas de livros. ¶ Publicou um livro em nome próprio “O Rumor do Silêncio” editado por Poesia FãClub; Co-autora: “Antologia Poética – O Outro lado das Mulheres”, Ed. Mundo da Leitura; “Antologia Mulher e Superação”, Ed, Academia Mundial de Cultura e Literatura; E-Book Chiado: “Antologia de Natal”, Ed. AMCL; “1º Poemário Eborense – Caminhos de Aristides” – ICE, Instituto Cultural de Évora; “Antologia da Minha Infância”, Editora Mundo da Leitura.

Detalhes:

Ano: 2022
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 216
Formato: 21x14,5
ISBN: 9789895661961
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