O Barranquenho como Língua de Contacto no Contexto Românico




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Sinopse:

Os textos que agora vêm a lume são fruto de muitos anos de dedicação de várias pessoas e entidades que, do ponto de vista científico e político, se têm ocupado da língua, a história, a geografia, a literatura, o folclore e a antropologia, de Noudar, Barrancos e as suas gentes. Mas em 2017 dá-se um salto qualitativo com a organização, na própria vila de Barrancos, do I Congresso Internacional – O Barranquenho: Ponte entre Línguas e Culturas. Passado, Presente e Futuro. Impulsionado pelas autoras desta introdução e pela Câmara Municipal de Barrancos, este congresso foi apoiado por várias entidades portuguesas estrangeiras, o que, por um lado, veio reforçar a projeção nacional e internacional do Barranquenho e, por outro, robusteceu a autoestima da própria comunidade.

Índice:

Nota de Abertura
Presidente da Câmara de Barrancos

Apresentação
Maria Filomena Gonçalves e María Victoria Navas Sánchez-Élez

Recopilación bibliográfica para el conocimiento de la lengua y la cultura barranqueñas
María Victoria Navas Sánchez-Élez

Graus de reestruturação em situações de intenso contacto: o caso do Barranquenho
Patrícia Amaral, Clancy Clements e Jordan Garrett

Enquadramento sociolinguístico de uma Proposta de Convenção Ortográfica para o Barranquenho (PCOB)
Victor Manuel Diogo Correia

Tradición oral femenina en Barrancos: las nanas, la boba y la fuente
Beatriz Quijada Coronel

O Barranquenho nos materiais do Atlas Linguístico de Portugal e da Galiza
Fernando Brissos

Líneas de trabajo y principales resultados del proyecto de investigación FRONTESPO
José Antonio González Salgado

Preservar uma língua, defender a cultura e a diversidade
Filipe Themudo Barata

Somos as nossas línguas. Diversidades e identidades
Manuel Célio Conceição

Reflexões sobre política e planificação linguísticas de uma língua minoritária e ameaçada: o Barranquenho
Maria Filomena Gonçalves

As políticas linguísticas e o processo de construção da norma ortográfica da língua mirandesa
Alberto Gómez Bautista



* * * * *


EDITORAS:

MARIA FILOMENA GONÇALVES – Professora Associada com Agregação na Universidade de Évora, onde leciona nas áreas da História da Língua Portuguesa, Linguística Espanhola e Historiografia Linguística. Participa em vários projetos internacionais, com destaque para Frontera hispano-portuguesa: personas, pueblos y palabras – FRONTESPO – 3P, U. Alcalá de Henares). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao estudo do contacto entre português e espanhol. Entre as suas publicações, salientam-se, em 2020, os capítulos publicados no Manual of Standardization in the Romance Languages (De Gruyter). É membro UNESCO Chair in Intangible Heritage and Traditional Know-How: Linking Heritage, em cujo âmbito coordena, desde 2019, o Programa de Preservação e Valorização do Património Cultural Barranquenho, financiado pela Câmara Municipal de Barrancos.

MARÍA VICTORIA NAVAS SÁNCHEZ-ÉLEZ (1949) foi Assistente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e, até a sua reforma, Professora Titular na Facultad de Filología da Universidad Complutense de Madrid. É colaboradora externa no Centro de Linguística da Universidade de Lisboa e Académica da Real Academia de Bellas Artes y Ciencias Históricas de Toledo. Participa no projecto internacional (FRONTESPO 3P) e realiza investigações sobre fronteiras linguísticas e literaturas comparadas peninsulares. Tem publicações em revistas indexadas e em obras colectivas. É autora de Pastoril Castelhano. Vicente (1989); Romancero y Cancionero de Los Navalmorales (Toledo) (2002); El barranqueño: Un modelo de lenguas en contacto (2011); e O Barranquenho: língua, cultura e tradição (2017).

Detalhes:

Ano: 2021
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 240
Formato: 23x16
ISBN: 9789895660735
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