Crónicas de um Tenente

Guiné-Bissau 1968-2018




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Sinopse:

No corredor da prisão instalara-se um caos, cada um tentando perceber se iam ser fuzilados ou libertados. Ao fim de algum tempo lá apareceu um oficial, mais sensível, que lhes explicou o que estava a acontecer. ¶ Começou então a longa espera até que a Junta de Salvação Nacional aceitasse libertar todos os presos e não apenas alguns. A comunhão dentro da prisão era completa e o Tenente reencontrou a sua mulher que, sem ele saber, se encontrava na outra ala do edifício prisional. ******************************************************* Como se formava um jovem progressista nos turbulentos anos 60? ¶ Como se lutava contra a guerra colonial, antes e depois de nela ter participado? ¶ Como se navegava, e encalhava, nos rios da Guiné com incêndios, abalroamentos e bazucadas? ¶ Como podem a poesia e a fotografia ajudar um combatente contrariado? ¶ Como reagir quando nos entra pela cela dentro um camarada de armas, durante uma inesperada revolução? ¶ Como se sente o regresso, 50 anos depois, ao lugar da guerra e da juventude? ******************************************************* Este não é / um livro de fotografia / mas tem muitas imagens // Este não é / um livro de poesia / mas tem vários poemas // Este não é / um livro biográfico / mas conta certas estórias / que mostram / o sentido de uma vida

Índice:

Este livro deve muito a

Prefácio, por Mário de Carvalho

Prólogo

A fotografia e a Guiné, a política e a poesia

O “preto da Guiné”

O Cineclube

O Chaimite

Escrito pelo Tenente, no avião de volta à Guiné, 50 anos depois

Sementes de Cravo

Um violino no Cacheu

Oficial de Serviço

Foi naquele mesmo cais do Cacheu

Ganturé

O “Maria Luísa”

Agenda Cultural

Lanchas de desembarque

Fazer a vida parecer normal (escrito pela mulher do Tenente)

Apache

Aero-Vacas

Rádio Argel

A mochila

Isto vai indo!


O preço da distância

Não à guerra

Vão de escada

Uma teleobjectiva contra o fascismo

O “calhau com olhos”

Por mares tantas vezes navegados

O 120

Escrito no avião à vinda da Guiné em 2018

Quinta do Mocho

A gaivota




O AUTOR:

FERNANDO PENIM REDONDO
Nasce em Lisboa, em Maio de 1945.
Em 1962 inicia o curso no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), que frequenta ao mesmo tempo que exerce o cargo de professor no ensino secundário. Não conclui a licenciatura.
Adere ao Partido Comunista Português em 1966 e é eleito, no mesmo ano, para a Direcção do Cineclube Universitário de Lisboa.
Em 1967 é incorporado na Armada e segue para a Guiné, como tenente dos fuzileiros, onde fica até 1970.
Regressado da guerra, inicia uma carreira de 23 anos na maior empresa mundial na área das tecnologias da informação e comunicação. Torna-se engenheiro de sistemas, com especialização em aplicações e ferramentas informáticas para a gestão produção industrial e automação.
Em paralelo com a carreira profissional mantém sempre a actividade política.
É preso em 18 de Abril de 1974 e libertado pela Revolução dos Cravos.
É eleito para a CT da IBM de 1974 a 1975 e de 1981 a 1993.
É eleito para a direcção do Sindicato do Comércio e Serviços (CESL) de 1989 a 1993.
É membro do Secretariado da Célula da IBM de 1974 a 1993, e também do Organismo do PCP para o Comércio e Serviços de Lisboa. É várias vezes delegado aos Congressos do PCP. Deixa o PCP em meados dos anos 90.
Participou activamente na constituição da API, Associação Portuguesa de Informática, e na criação da “IWIS – IBM Workers International Solidarity”, organização mundial dos empregados da IBM, que realizou acções de carácter sindical em Lisboa, Atenas, Tóquio, Estugarda e Paris.
Publicou artigos na imprensa sobre temas das tecnologias digitais, nomeadamente no jornal “O Diário” em 1987.
Em 1993 funda uma empresa, para a realização de projectos na área da gestão baseada em tecnologia, e ocupa o cargo de Director Geral até ao ano 2000, apesar de a empresa ter passado a integrar um grupo internacional desde 1997.
Em 1989 apresenta uma tese no “World Computer Congress” da IFIP, em S. Francisco, denominada “Labor, Consumption, Data Processing and the Future”.
Em 2003 publica, em co¬ autoria com Maria Rosa Redondo, o livro “Do Capitalismo para o Digitalismo” com o intuito assumido de fazer reflectir as tecnologias actuais na teoria do valor de Karl Marx.
Em 2018 regressa à Guiné para fazer duas exposições, com as fotografias de guineenses que recolheu durante a guerra em 1968 e 1969.
As fotografias são depois oferecidas ao Museu Etnográfico da Guiné-Bissau.

Detalhes:

Ano: 2019
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 188
Formato: 23x16
ISBN: 9789896898595
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