Rio Azul

Romance




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Temas: Romance

Sinopse:

Após a publicação da sátira Monólogo de um Idiota, em 2016, Rogério Moura dá à luz, dois anos depois, Rio Azul, uma narrativa realista sobre os moradores pobres do Porto envolvida num manto de lirismo de que o rio Douro constitui elemento estilístico principal. Rio Azul trata do Porto das crianças retratadas por Manoel de Oliveira, o Porto dos operários e das costureiras, o Porto da pequena burguesia dos escritórios, o Porto da Ribeira e do Bolhão, o Porto da Sé e de D. António Ferreira Gomes, bispo de cerviz direita. Não é, já, o Porto das hordas turísticas e dos hostels, mas é ainda e sempre o Porto de Camilo, de Agustina, de Mário Cláudio, de Eugénio de Andrade e de Vasco Graça Moura. No romance, ao lado da cidade, como uma atalaia luminosa, prestando beleza à cidade escura, o "Rio Azul", o Douro, que acompanhará a vida dos dois protagonistas, José e Luísa, do casamento sem filhos à horrenda irrupção da doença de Alzheimer em Luísa cerca dos setenta anos. Uma vida laboriosa, tecida de amor, atravessada pelo 25 de Abril de 1974 e, evidentemente, pelo Glorioso Futebol Clube do Porto. Abandonada a sátira do Monólogo, cruzam-se dois estilos, um realismo lírico ou um lirismo realista para descrever a vida diligente e por vezes penosa das gentes do Porto. Parabéns, caro Rogério, por este Rio Azul. [Miguel Real] *********************************************************** (…) Amo o Porto. Amo a sua beleza, a sua monumentalidade. Amo o Douro que lhe empresta uma paisagem única, amo as gentes da minha terra, amo a liberdade que se vive no Porto, sim, o Porto é uma terra de liberdade, como refere Almeida Garrett, “Se na nossa cidade há muito quem troque o b por v, há pouco quem troque a liberdade pela servidão”. Tudo o que tem que ver com o Porto derruba qualquer imaginada indiferença. O Porto é, e será sempre, a minha vida, esteja eu a petiscar uma francesinha na Ribeira, ou a degustar uma queijada em Sintra. Onde estiver, estarei sempre e com o Porto. (…) [Nota do Autor]

Índice:

AUTOR:

Rogério Paulo da Silva Moura nasceu na Sé, Porto, a 5 de Outubro de 1959. Advogado, escreveu alguns artigos em publicações da Ordem dos Advogados, da qual fez parte do Conselho Geral e foi Vice-Presidente do Conselho Distrital de Lisboa. Portuense e portista praticou futebol federado, foi treinador diplomado de futebol. Colaborou no trissemanário desportivo Gazeta dos Desportos. Apaixonado pela música, especialmente de Mozart, escreveu vários textos no suplemento musical Som 80, do jornal Portugal Hoje. Nos anos noventa foi Presidente da Junta de Freguesia de Algueirão-Mem Martins e deputado da Assembleia Municipal de Sintra, tendo ao longo da sua vida vasta participação cívica, em Associações desportivas e culturais e de solidariedade social. Fundador e responsável pelo T.P.C. – Teatro para Cynthia –, grupo de teatro da Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB 2/3 D. Fernando II, em Sintra, escreveu guiões encenados e representados. Foi Presidente dessa Associação. ¶¶ Quatro poemas de sua autoria integram a colectânea de poesia e texto poético da lusofonia Paradigma(s), das Edições Colibri, em 2016. Em Novembro do mesmo ano, publicou o conto irónico Monólogo de um Idiota, pelas Edições Colibri. Publica agora o seu primeiro romance.

Detalhes:

Ano: 2018
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 200
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-772-7
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