Os Museus e o Património Cultural Imaterial

Estratégias para o desenvolvimento de boas práticas




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Autoria: Ana Carvalho
Colaboração com a entidade: CIDHEUS – Universidade de Évora

Sinopse:

Porque falamos hoje de Património Cultural Imaterial? Este livro esclarece sobre a importância que a salvaguarda do PCI tem vindo a assumir nas políticas culturais na sequência do trabalho desenvolvido pela UNESCO, muito particularmente com a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003). São vários os agentes envolvidos na preservação deste património, nomeadamente os museus. Mas para responder a este repto, os museus terão que repensar as suas estratégias de forma a relacionar-se mais com o PCI, contrariando uma longa tradição profundamente enraizada na cultura material. Este estudo reflecte sobre as possibilidades de actuação dos museus no sentido de dar respostas aos desafios da Convenção de 2003, sendo certo que a partir das actividades dos museus é possível encontrar formas de estudar e dar visibilidade a este património. Trata-se de um instrumento de trabalho fundamental para todos os que se interessam pelo património, muito em particular para os profissionais de museus. Esta é uma das primeiras teses de mestrado a abordar este tema, iniciando um caminho que muitos especialistas e instituições terão de percorrer.

Índice:

Lista de Abreviaturas
Introdução
Capítulo I – Contribuições da UNESCO para a protecção do Património Cultural Imaterial

1.1 – As Primeiras Décadas de Reflexão
1.2 – A Recomendação para a Salvaguarda da Cultura Tradicional e do Folclore
1.3 – Acções da UNESCO após a Recomendação 1989
1.3.1 – O Programa Línguas em Perigo no Mundo
1.3.2 – O Programa Tesouros Humanos Vivos
1.3.3 – Proclamação das Obras-Primas do Património Oral e Imaterial da Humanidade
1.4 – Propriedade Intelectual e Direitos de Autor
1.5 – Elaboração de um novo Instrumento Normativo
1.6 – A Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial
1.6.1 – Obrigações e Direitos dos Estados-Partes
1.6.2 – Inventários – Alguns exemplos
1.6.3 – Operacionalidade da Convenção
Capítulo II – Portugal: enquadramento normativo e institucional em matéria de Património Cultural Imaterial

2.1 – Legislação Nacional sobre Património Cultural Imaterial
2.2 – Instituições e Tutelas
2.3 – Ratificação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial
Capítulo III – Os Museus e Património Cultural Imaterial – a procura de boas práticas

3.1 – Orientações do ICOM
3.2 – Dificuldades e Potencialidades
3.3 – Que Museus?
3.4 – Qual o Papel dos Museus?
3.5 – Contributos para a Implementação de Boas Práticas nos Museus
3.5.1 – Documentação e Inventários
3.5.1.1 – Que tipologias de Inventários?
3.5.1.2 – O Papel da História Oral
3.5.2 – Investigação
3.5.3 – Comunicação
3.5.3.1 – Comunicar o Património Cultural Imaterial Online
3.5.4 – Educação
Conclusão
Bibliografia


A AUTORA:

Ana Carvalho é museóloga e integra, desde 2007, o Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora (CIDHEUS UE), tendo participado no projecto internacional MEDINS – “Identity is Future: The Mediterranean Intangible Space” (INTERREG III B MEDOCC). É autora do blog “No Mundo dos Museus” (Prémio APOM), onde escreve sobre museus e museologia em Portugal. É actualmente bolseira da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) no contexto de um projecto de doutoramento sobre museus e diversidade cultural, prosseguindo a sua pesquisa sobre o lugar do imaterial nos museus.

Detalhes:

Ano: 2012
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 196
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-169-5
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