Implicações do Optimismo, Esperança e Funcionalidade na Qualidade de Vida em Indivíduos com Esclerose Múltipla




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Colaboração com a entidade: Instituto Politécnico de Lisboa

Sinopse:

Este estudo sobre a Esclerose Múltipla, que afecta 2,5 milhões de pessoas em todo mundo, avalia em que medida a Esperança, o Optimismo, a Autonomia e a Participação podem contribuir para a Qualidade de Vida de quem sofre da doença. A amostra é constituída por 280 indivíduos com diagnóstico definitivo da patologia. Os resultados mostram que os jovens do sexo masculino, com mais do que o 11º ano e actividade profissional, a viverem sós e que vão sós à consulta, são os que têm melhor Qualidade de Vida. A progressão e a percepção de gravidade da doença diminuem essa qualidade, podendo o Optimismo e a Esperança contrariar isso, em especial nas dimensões emocionais e no stress. A Esperança é importante nas relações sociais, podendo a Autonomia e a Participação influenciar a Qualidade de Vida, em especial nas dimensões trabalho / educação e relações socais. Conclui-se, pois, que o Optimismo e a Esperança contribuem para a Qualidade de Vida dos indivíduos com a doença, especialmente nas dimensões emocionais e na gestão do stress; e que a Autonomia e a Participação melhoram essa qualidade, especialmente nas dimensões trabalho/ educação e relações sociais.

Índice:

Agradecimentos

Prólogo

Lista de abreviaturas

CAPITULO I – INTRODUÇÃO
ESCLEROSE MÚLTIPLA
Definição da doença
Epidemiologia
Diagnóstico
Sintomatologia
Factores de Predisposição
Tratamento

AUTONOMIA E PARTICIPAÇÃO
Evolução do Conceito de Autonomia Funcional e Participação
Escalas de Lesão Neurológica
Escalas de Incapacidade
Escalas de Handicap

OPTIMISMO
Evolução Conceptual de Optimismo
Medidas de Optimismo
Optimismo Individual e Colectivo
Optimismo e a Saúde
Optimismo e a Doença

ESPERANÇA
Evolução conceptual de esperança
Esperança e Saúde
Relação entre Esperança e Optimismo

QUALIDADE DE VIDA
História do Conceito
Conceptualização Qualidade de Vida
Qualidade de Vida Relacionada com a Saúde
Qualidade de Vida e Esclerose Múltipla
Instrumentos de Avaliação da Qualidade de Vida na Esclerose Múltipla
A Autonomia, o Optimismo e a Esperança como Contributos para a Qualidade de Vida na Esclerose Múltipla
Questões de investigação e objectivo

CAPÍTULO II – MÉTODO
Introdução à Metodologia
Variáveis do estudo
Participantes
Material
Escala de Gravidade da Doença na Esclerose Múltipla
Escala de Qualidade de vida na Esclerose Múltipla
Escala de Optimismo
Escala de Esperança
Escala de Impacto da Autonomia e Participação
Procedimento

CAPÍTULO III – RESULTADOS
Apresentação dos Resultados
Comparação da Qualidade de Vida entre População Saudável e População com Esclerose Múltipla
Variáveis Demográficas
Variáveis de Doença
Variáveis Funcionais
Relação entre Qualidade de Vida e Optimismo
Relação entre Qualidade de Vida e Esperança
Relação entre Qualidade de Vida e a Autonomia/Participação
Relação entre Optimismo e a Esperança
Relação entre Optimismo e a Autonomia e Participação
Relação entre Esperança e a Autonomia e Participação
Análise de regressão entre as várias dimensões da Qualidade de Vida e as dimensões da MSQOL¬ 54, IPA, LOT¬ R e HOPE
Análises de regressão linear múltipla, para verificar se as varáveis LOT¬ R, HOPE e IPA são moderadoras

CAPITULO IV – DISCUSSÃO
Comparação da Qualidade de Vida entre população saudável e população com Esclerose Múltipla
Relação entre variáveis demográficas e variáveis de Qualidade de Vida
Relação entre variáveis demográficas e variável de Optimismo
Relação entre variáveis demográficas e as variáveis de Esperança
Relação entre variáveis demográficas e variáveis de Autonomia/Participação
Relação entre variáveis de doença e variáveis de Qualidade de Vida
Relação entre variáveis de doença e variável de Optimismo
Relação entre variáveis de doença e variáveis de Esperança
Relação entre variáveis de doença e variáveis de Autonomia/Participação
Relação entre variáveis funcionais e variáveis de Qualidade de vida
Relação entre variáveis funcionais e variável de Optimismo
Relação entre variáveis funcionais e variáveis de Esperança
Relação entre variáveis funcionais e as variáveis de Autonomia/Participação
Relação entre Qualidade de Vida e Optimismo
Relação entre Qualidade de Vida e Esperança
Relação entre Qualidade de Vida e Autonomia/Participação
Relação entre Optimismo e Esperança
Relação entre Optimismo e Autonomia/Participação
Relação entre Esperança e Autonomia/Participação
Relação entre as dimensões da Qualidade de Vida e a Autonomia/Participação, Optimismo e Esperança
Papel do Optimismo como variável moderadora
Papel da Esperança como variável moderadora
Papel da Autonomia e Participação como variável moderadora
As variáveis Autonomia/Participação, Optimismo e Esperança em conjunto com papel de moderação

Considerações finais

Referências


A AUTORA:
Luísa Maria Reis Pedro é Professora da Escola Superior de Tecnologia da Saúde. É Fisioterapeuta pela Escola Técnica dos Serviços de Saúde de Lisboa, especialista em Reabilitação CESE e Mestre pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada, e Doutora pela Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade do Porto. Membro do Conselho Cientifico da Unidade de Investigação em Psicologia da Saúde e do Research Center on Quality of Life, Well-being, Health anf Happiness-Eudaemonia, apresentou em Congressos Nacionais e Internacionais comunicações sobre Fisioterapia, Psicologia, Reabilitação e Neurologia e publico vários artigos em revistas científicas

Detalhes:

Ano: 2010
Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 190
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-014-8
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